Traz consigo métodos e abordagens capazes de gerar a uma economia sustentável que responda as necessidades básicas de seus praticantes. Entende-se aqui que o homem, a sua morada privada e o ecossistema são partes de um único grande organismo e devem funcionar em consonância, através do usufruto inteligente do capital natural e adequação ao ambiente, utilizar a força e sabedoria humana somando as riquezas animais e vegetais do local onde se está inserido, as características do solo, do ar, água e clima na construção de uma infraestrutura que agregue para o homem tanto quanto para a natureza, e não diminua. Todos esses atores devem funcionar de maneira a gerar um equilíbrio e bem estar.
São práticas permaculturistas: a construção de cisternas para acumulação da água da chuva, sistemas de acolhimento da água utilizada em lavagens de pratos e roupas, por exemplo,os quais contenham plantas capazes de filtrar e limpar a água de seus resíduos tóxicos, podendo essa mesma água ser reutilizada para a produção de alimentos orgânicos ou novas lavagens. Também utiliza-se o próprio lixo orgânico para a produção de adubos e gás metano, que alimenta consideravelmente o consumo de energia elétrica e a gás de uma casa. Pode-se integrar a alimentação elétrica de uma residência a energia oriunda do gás metano com a solar (através de painéis solares industriais ou até mesmo caseiros!) e eólica.
Esses são um pequeno grupo das múltiplas técnicas que a Permacultura desenvolve, podendo ser de escalas simples e pequenas, até sistemas extremamente desenvolvidos e complexos que interconectem o máximo de recursos e gerem um alto grau de aproveitamento com danos muito baixos ou inexistentes para o meio ambiente. Deixo aqui, para melhor entendimento do leitor, um vídeo da Chácara Asa Branca, onde as práticas permaculturistas são adotadas.

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